sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Jornal do Rio publica reportagem sobre Petrópolis

Ontem um jornal de circulação em todo o estado publicou uma reportagem que tem o seguinte título: Petrópolis: do império ao abandono - Moradores da cidade da região serrana estão "por aqui"com a atual gestão e se sentem jogados no lixo".

Este jornal andou sendo distribuído pela cidade. Um jornal que praticamente é desconhecido pelo público petropolitano.

Achei muito estranha esta matéria que é assinada por Marcel Neustadt, que desculpem minha ignorância, nunca vi, nem ouvi, nem li aqui na cidade.

A reportagem fala de problemas de atendimentos na área de saúde na cidade e também critica a coleta de lixo no bairro Alto da Serra.

Pelo nosso olhar a coleta de lixo vem sendo feita regularmente e temos sim problemas graves na área da saúde, não estou aqui defendendo o governo nem recriminando quem escreveu a matéria.

O que não posso concordar é que venha alguém que não ajuda em nada a mudar a realidade da cidade, ou que tenha outros interesses, e "espinafre" Petrópolis, nos colocando no mesmo patamar de cidades que não tem a qualidade de vida que temos aqui.

Denegrir a imagem da nossa cidade em âmbito estadual? qual o motivo?

Em nenhum momento quem escreveu, não sei se é jornalista, ouviu o outro lado.

Sabemos que a cidade está cheia de problemas, agora se alguém vai falar mal que sejamos nós!!!

Alguém que cai de pára-quedas aqui não tem este direito.

Independente de quem governa a cidade é nossa. E é linda, maravilhosa e com problemas como em qualquer outro lugar.

O jornal que publicou esta matéria é um periódico sensacionalista, daqueles que antigamente a gente espremia e saía sangue. Só dou um conselho à direção deste impresso: Cuide da vida da cidade do Rio de Janeiro que já é complicada e quando vier a Petrópolis, se é que veio, procure fazer um trabalho jornalístico e não uma condensação de informações jogadas ao vento e ao calor de 40 graus...

Pra finalizar, acredito que a Assessoria de Comunicação da Prefeitura deveria responder ao jornal.

Problemas? Claro que temos. Mas pode deixar que a gente dá conta do recado.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Movimento na Rua Teresa

Estive conversando com empresários da Rua Teresa e todos são unânimes em afirmar que o movimento este ano é o mais fraco dos últimos tempos. Alguns consideram que os próprios lojistas estão abrindo outros estabelecimentos em outras localidades, outros afirmam que o poder aquisitivo do brasileiro está muito baixo. Há lojistas que acham que a incidência da Polícia atrás de roupas piratas também contribuiu para afugentar alguns turistas. A falta de uma política estruturada para a rua Teresa também é fator agravante para a diminuição de compradores, além da distância que agora eles tem que percorrer, devido a rodoviária estar no bingen, aumentando o tempo perdido no deslocamento e diminuindo a paciência de quem vem comprar aqui.

O fato é que tenho andado pela Rua Teresa e constatado que realmente ela anda vazia. Nas proximidades da melhor época do ano para os lojistas, o movimento ainda não começou. E isso pode acarretar demissões, principalmente no início do ano.

Precisamos unir forças e revitalizar o movimento da rua e não a parte física somente.

Uma atração internacional como a Rua Teresa não pode ser deixada de lado.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Trânsito e Transporte

Estive ontem na Câmara Municipal na audiência pública sobre trânsito e transportes. Infelizmente como a reunião começou com quase uma hora de atraso, devido também ao atraso do secretário de estado de TRansportes, Júlio Lopes, só consegui ver a primeira hora da audiência onde cada vereador comentou algo e também questionaram o presidente da CPTrans Orlindo Pozzato.

Não vi nas respostas nenhuma medida a curto prazo. Boas colocações sobre quebra-molas inadequados, sobre a volta da mão dupla na Rua Ypiranga, estudos realizados para isso ou para aquilo.

Na verdade, pude observar a falta de estruturas anteriores e estudos. Parece que o presidente da empresa pegou tudo do zero, que não tinha nada em relação à viabilidade de melhorias no trânsito e no transporte da cidade.

Orlindo Pozzato acha que o que foi feito em Petrópolis até agora é errado, e eu concordo. Ele comentou também sobre o alargamento de caixas de rua na cidade, outra medida qu pode gerar bons resultados se houver viabilidade pra isso.

Agora o presidente da CPTrans pode até se tornar um grande nome resonsável por melhorar esta situação, mas se ele procurar um curso de como falar em público, a imprensa agradece.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

oposição situação ou situação oposição?

Lá se vão 10 meses de governo Mustrangi e até hoje não consigo identificar quem é quem. Não consigo enxergar quem é situação e quem se diz oposição ao governo.

Uns acreditam que é um posicionamento sensato neste primeiro ano de governo, não tomar partido mais veemente. Outros acreditam que não temos representatividade e por isso eles não tomam posicionamento.

Até para se assumir como oposição os políticos precisam ter projetos, critérios e possibilidades e argumentos para discussão. Afinal de contas oposição inteligente tem que ter projetos de melhorias para a cidade também.

Hoje, o político que mais cobra à Prefeitura é o líder do governo e os que seriam oposição, estão meio que aguardando o que vai acontecer. Os vereadores por exemplo ligados ao último governo, o qual apesar de ter participado, o prefeito fez oposição, se mostram na defensiva e não tomam partido em relação às atitudes políticas do governo em questão.

Em síntese, 2009 até agora se mostra um ano de observações, de espera e de nenhum posicionamento político mais radical.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Servidão abandonada

Estive hoje no Morin, na servidão 520. O local está em péssimo estado. A subida é ingreme e em muitos pedaços da seidão não há escada e muito menos corrimão. O esgoto corre a céu aberto e a água de chuva passa por uma valeta que os próprios moradores fizeram. O final sa servidão é uma vergonha. Pra chegar em casa as pessoas tem que fazer malabarismo para não caírem no amontoado de pedras que eles chamam de escada. Fizeram o pedido à Prefeitura há anos e até agora nada.

Ano ue vem tem eleições e aí quem sabe eles serão lembrados. Segundo moradores há mais de 40 anos a servidão está naquele estado, apesar de alguns, por conta própria, ainda conseguirem manter o mínimo para poderem chegar em casa.

Estamos cobrando isso há temos. Não adianta ter um centro histórico bonitinho, se a população não tem direito ao mínimo de conforto, nem sequer condições de chegar na própria casa.